Kim Dotcom, fundador do Megaupload tem a fiança concedida

21/02/2012 in Diversos

Kim Dotcom entra em um tribunal da Nova Zelândia, 25 de janeiro de 2012

Anteriormente a fiança na Nova Zelândia porque o juiz disse que era um risco de fuga

Ao fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload foi concedida o direito a fiança por um tribunal da Nova Zelândia.

Kim Dotcom, 38, está na prisão desde 20 de Janeiro a pedido das autoridades norte-americanas.

Ele enfrenta acusações de ser para os EUA para um dos maiores casos de violação de direitos autorais da história. O site é acusado de causar ao detentores de direitos autorais um prejuízo de mais de US$ 500 milhões (£ 320 milhões) em receita perdida. A juíza Nevin Dawson derrubou duas decisões anteriores, que o milionário, que é de nacionalidade alemã, apresente “risco de fuga extremo” porque ele tinha o dinheiro e conexões para sair do país. A juiza disse que o risco havia diminuído porque todos os seus fundos foram apreendidos e sem bens novos ou contas bancárias tenham sido descobertas.

Em 17 de Fevereiro o Sr. Dotcom foi acusado por crime contra os direitos autorais e de fraude. Que está no topo de um esquema de extorsão e também uma acusação de conspiração para cometer lavagem de dinheiro.

Autoridades norte-americanas estão buscando a extradição de Dotcom, que mudou seu nome legalmente de Schmitz, e outros três co-réus que já havia sido concedida fiança.

Os Departamento de Justiça dos EUA e o FBI alegam que o site Megaupload e seus relacionados tenha feito fortuna com  ’produtos do crime de compartilhamento de cópias piratas de filmes, música e outros conteúdos`.

Fundada em 2005, o site foi fechado pelas autoridades no mês passado.

Eles também apreenderam milhões de dólares, incluindo carros de luxo, obras de arte e de investimentos.

Sr. Dotcom negou qualquer má conduta criminosa e disse que vai lutar contra extradição para os EUA.

Câncer de Mama

13/02/2012 in LBV

Paiva Netto

Sábado (4/2) foi o Dia Mundial Contra o Câncer, e domingo (5/2) o Dia Nacional da Mamografia. Aproveito as datas para chamar a atenção sobre um mal que acomete cada vez mais pessoas.

Reportagem feita por Sabrina Craide, da Agência Brasil, informa que “o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo (atrás do câncer de pulmão) e deverá ter aproximadamente 52,7 mil novos casos no país este ano, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca)”.

Conforme ressalta o Inca, “o exame clínico da mama deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres entre 40 e 49 anos. E a mamografia deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica”. E mais: “Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença. Esse grupo deve ser acompanhado por médico a partir dos 35 anos. (…)”

Quando detectado nos estágios iniciais, as chances de cura são de aproximadamente 95%. Contudo, aponta Ricardo Caponero, diretor técnico-científico da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), “ainda falta conscientização das mulheres para a importância da realização periódica da mamografia. (…) Apenas 30% das mulheres fazem o exame”. Desde 2009, o exame tem cobertura gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), direito assegurado pela Lei 11.664/2008. Em prol de sua saúde, as mulheres não podem abrir mão desse benefício.

PREVENÇÃO

Para melhor conhecimento de todos sobre o assunto, vale consultar o site do Inca, www.inca.gov.br. Vejam, por exemplo, algumas dicas de prevenção:

“Evitar a obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos, é uma recomendação básica para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco de desenvolver a doença. A ingestão de álcool, mesmo em quantidade moderada, é contraindicada, pois é fator de risco para esse tipo de tumor, assim como a exposição a radiações ionizantes [raios x, por exemplo] em idade inferior aos 35 anos”.

AGRADECIMENTO

Recebi do coronel Sila Pereira Rocha, comandante do 5o Grupamento de Bombeiros Militar, agradecimento ao apoio da Legião da Boa Vontade às vítimas das cheias dos rios Paraíba do Sul e Muriaé, que atingiram diversas cidades banhadas por eles no norte fluminense.

“Vale salientar a participação da LBV, que, mesmo antes da primeira solicitação de água potável para os municípios de Campos dos Goytacazes e Cardoso Moreira, já se antecipou com uma entrega de 42 toneladas de água mineral, que foram disponibilizadas para vários municípios atingidos.”

Prosseguiu o comandante: “Sinto-me no dever de parabenizar a LBV pela presteza, solidariedade e seriedade com que tratou os assuntos de apoio aos desabrigados e desalojados. (…) Apresento protesto de mais elevada estima e consideração”.

Grato, coronel Sila. É como costumo dizer, Força Armada e Civil, tudo é Brasil!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

O pequeno Arthur e a inclusão escolar

08/02/2012 in LBV

Paiva Netto

A história do pequeno Arthur, de 6 anos, é repleta de desafios e superação. A dedicação da família para proporcionar-lhe melhores condições de existência é comovente. O primeiro ano de vida do menino transcorreu dentro de um hospital. “O Arthur não tem um diagnóstico fechado. Ele apresenta um atraso neurológico de causa até agora desconhecida”, revelou a advogada Consuelo Machado à Boa Vontade TV. Ela abdicou da própria carreira para exclusivamente cuidar do filho.
Com apoio da equipe médica e de sua avó Ana Nery de Freitas Machado, que é pediatra, Arthur apresentou progresso, de modo surpreendente: “Quando foi verificada a viabilidade de poder ser transferido da internação hospitalar para domiciliar, começaram os preparativos para que ele não sofresse um choque. Não se tratava de um bebê indo para casa, mas de uma criança de praticamente 1 ano, com percepções, saindo de um quarto onde viveu toda sua iniciante vida para um ambiente totalmente desconhecido. Então, houve a orientação de que ele fosse, aos poucos, passeando pelo corredor, descendo até a porta do hospital e vendo a rua; até o dia em que ele foi colocado numa ambulância UTI, para que pudesse pela primeira vez conhecer a própria casa”, esclarece Consuelo.
ATIVIDADES EXTRAMUROS
Com os cuidados médicos e com o amor e incentivo constantes da família, com 3 anos o pequeno Arthur já demonstrava claro desenvolvimento. Sua dedicada mãe recorda: “Para quem não ia andar, falar, era completamente surdo, não ia sentar nem ter controle da própria cabeça… uma criança que já está andando, jogando videogame, brincando, é, de fato, surpreendente”.
Em decorrência dessa melhora visível, os médicos indicaram o início da socialização dele. “Inicialmente, com o que eles chamam de atividades extramuros, o Arthur sairia em curtos espaços de tempo para fazer uma sessão de equoterapia [método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo] para fazer um passeio próximo, sempre verificando a viabilidade e as condições clínicas dele naquele momento. E a frequência numa escola regular na qual o Arthur deveria ser incluído para que se socializasse e pudesse observar e se espelhar nas outras crianças da mesma idade”, relata a advogada.
MEDO DO DESCONHECIDO
O que parecia algo fácil para a família de Arthur tornou-se mais um desafio. A advogada Consuelo Machado descreve: “Visitei várias escolas e quando optei por uma encontrei uma barreira muito grande. Obviamente, ninguém me deu um documento dizendo que não estava aceitando o meu filho. Eles começaram a postergar, a impor exigências, a dizer que precisavam consultar o advogado da escola, a exigir que eu assinasse um termo de responsabilidade sobre a doença do meu filho. (…) Foi uma situação desagradável, que durou — na minha tentativa de fazer tudo amigavelmente — uns dois meses, até que finalmente notifiquei a escola extrajudicialmente e, em 24 horas, o Arthur estava devidamente matriculado”.
Para Consuelo Machado, o medo do desconhecido ainda prejudica a inclusão escolar de crianças deficientes.
“O ser humano tem medo de enfrentar aquilo que desconhece. Conheço histórias de outras famílias que enfrentam a mesma dificuldade. Esse problema tem de ser conversado, discutido, e não pode de forma nenhuma prevalecer ao direito maior que é o melhor interesse da criança: o direito fundamental dele de ter a sua escolarização, a sua permanência na escola e a sua socialização”.
O tema requer, há tempos, atenção de toda a sociedade. Da vida do pequeno Arthur podemos tirar lições importantes de amor, determinação e solidariedade.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

LBV inicia campanha pela infância brasileira

02/02/2012 in LBV

Iniciativa beneficia crianças e adolescentes com uniforme e material escolar

A Legião da Boa Vontade (LBV) iniciou em todo o Brasil, a edição 2012 de sua Campanha Criança Nota 10 — Sem Educação não há Futuro!. A iniciativa tem por objetivo despertar em meninas e meninos de 6 a 12 anos maior interesse pelos estudos, assim como ajudar os pais que não têm recursos para adquirir o material escolar.

Serão entregues uniformes e mais de 12 mil kits pedagógicos a crianças e adolescentes atendidos por meio do programa LBV — Criança: Futuro no Presente!, aplicado nos Centros Comunitários de Assistência Social da Instituição em dezenas de cidades brasileiras, e a alunos das escolas que a Legião da Boa Vontade mantém em Belém/PA, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Taguatinga/DF. Com essa ação, a LBV complementa o trabalho realizado em suas unidades de atendimento — onde oferece o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam efetivar o aprendizado com qualidade, longe das ruas ou do isolamento —, bem como ampara famílias em situação de vulnerabilidade social, ou seja, que sofrem em decorrência da pobreza, da violência, da discriminação e de outros problemas.

Os kits são constituídos de acordo com a faixa etária dos estudantes. Entre os diversos itens, há estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, papel sulfite reciclado, régua, dicionário da língua portuguesa (com a nova ortografia) e jogo pedagógico.

Educar com Espiritualidade Ecumênica
A base e o diferencial de todas as ações socioeducacionais da Legião da Boa Vontade são a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, que compõem a linha educacional da Instituição. Utilizada diariamente nas unidades da LBV, a proposta leva em conta o aspecto cognitivo das pessoas, sem perder de vista o potencial emocional, o sentimento delas. Essa abordagem se fundamenta na formação integral do ser humano, já que este é considerado em suas dimensões física, psicológica, social e espiritual — o que é essencial para a construção de uma sociedade verdadeiramente solidária.

Para saber mais sobre o trabalho socioeducacional da LBV, em Ipatinga basta ligar para o tel. 3822-8600  ou visitar o Centro Comunitário de Assistencia Social, localizado na Rua João Patrício de Araújo, 225, Veneza I.  Acessa o nosso  site www.lbv.org.br. Quem desejar contribuir para a manutenção dos programas desenvolvidos pode fazê-lo pelo site www.eujudoamudar.org.

Previdência acompanha, em tempo real, o atendimento ao cidadão

30/01/2012 in Diversos

No programa de hoje, a presidenta Dilma Rousseff fala do sistema criado pela Previdência Social para acompanhar o funcionamento das suas agências, espalhadas por todo o país. Hoje é possível, por exemplo, marcar dia e hora para o atendimento nas agências. A ideia da presidenta é expandir o uso desse tip30-o de sistema informatizado para acompanhar o funcionamento de outras áreas, como a da saúde, por exemplo.

Transcrição

Apresentador: Olá, eu sou o Luciano Seixas e estou aqui para mais um Café com a Presidenta Dilma Rousseff. Bom dia, presidenta!

Presidenta: Bom dia, Luciano! Bom dia aos nossos queridos ouvintes!

Apresentador: Presidenta, eu queria falar hoje sobre a melhoria dos serviços que o governo presta à população. É verdade que, na Previdência Social, o governo está conseguindo acompanhar tudo o que acontece nas agências em tempo real?

Presidenta: É verdade sim, Luciano. A Previdência criou um sistema que acompanha, por meio de computadores, cada etapa do atendimento a quem procura uma agência do INSS. Hoje, nós temos 1.353 agências em todo o país. As pessoas procuram essas agências para pedir aposentadoria, para fazer perícia médica ou para requerer outros benefícios. Nosso objetivo é garantir a qualidade e a rapidez do atendimento, é cuidar com carinho da pessoa que procura a Previdência. Por isso é importante que possamos acompanhar passo a passo e saber onde não está bom o atendimento, onde ele pode melhorar.

Apresentador: E como isso acontece, presidenta?

Presidenta: Olha, Luciano, no momento em que uma pessoa liga para o telefone da Previdência – o 135 – querendo agendar seu atendimento, ou quando ela chega a uma agência, o nome dessa pessoa vai para um sistema de computadores. Assim, ao retirar a senha para atendimento, nós começamos a controlar, pelo computador, o tempo que ela fica na fila de espera, o tempo que durou o atendimento ou se saiu com alguma coisa ainda por resolver.

Apresentador: É importante ter essas informações no momento em que o atendimento está ocorrendo, não é mesmo?

Presidenta: É muito importante sim, Luciano. Se temos as informações, conseguimos não só acompanhar a solução dos problemas como também organizar o funcionamento de cada uma das agências. E, como consequência, melhorar todo o sistema da Previdência Social. É possível saber, por exemplo, Luciano, quantas pessoas estão sendo atendidas por cada um dos funcionários ou se alguém está esperando mais tempo do que o devido. O gerente da agência pode, por exemplo, reorganizar a agenda dos atendentes ou dos médicos para acelerar o trabalho. Este sistema eletrônico permite, até mesmo ao ministro, acompanhar o atendimento ao público e corrigir os problemas.

Apresentador: É, presidenta, a gente percebe que o atendimento da Previdência melhorou mesmo nos últimos anos.

Presidenta: Ah, sem dúvida, Luciano! Hoje a realidade é outra, muito diferente e muito melhor. Ninguém precisa mais dormir na porta de uma agência da Previdência para ser atendido, como já aconteceu no passado. Agora os atendimentos podem ser feitos com dia e hora marcados, com mais agilidade e respeito ao cidadão. Agora o contribuinte, uma vez que tenha toda sua documentação cadastrada, se aposenta em até 30 minutos. Agora a perícia médica também é agendada pelo 135, o que facilita muito o recebimento do Auxílio Doença. Mas nós, Luciano, queremos melhorar cada vez mais esse atendimento, levando as agências para perto das pessoas. Para isso, vamos abrir, até o fim do ano, 182 novas agências em todo o país, queremos diminuir a necessidade de as pessoas viajarem para tratar de serviços da Previdência. Não sei se você sabe, Luciano, que no Pará, às vezes, uma pessoa tinha que se deslocar até 600km para ir a um posto da Previdência, que era o mais próximo. Para resolver esse problema, vamos inaugurar, até o final do ano, mais 14 agências do estado do Pará. Faremos também, em todos os lugares que for necessário, concurso público para contratar servidores onde há carência de funcionários.

Apresentador: Era mesmo triste ver um idoso passando a madrugada à espera de atendimento.

Presidenta: Era sim, Luciano. Agora, o segurado recebe, em casa, uma carta do INSS quando ele completa a idade mínima para se aposentar, informando que ele pode já pleitear o seu benefício. Isso é bom para o governo, que consegue controlar melhor a arrecadação e os pagamentos, e é excelente para o contribuinte, que tem mais facilidade de acesso aos seus benefícios.

Apresentador: Isso tudo é um grande desafio, hein, presidenta?!

Presidenta: É sim, Luciano. Mas nós já conseguimos melhorar vários serviços e agora vamos expandir esse sistema de acompanhamento para outros setores do governo como a área da saúde, para, principalmente, buscar um atendimento digno nos hospitais, nos postos de saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs. As pessoas que trabalham, empreendem e lutam para sustentar suas famílias merecem ter serviços públicos de qualidade, ágeis e eficientes em todas as áreas. Isso é possível, Luciano! Houve um tempo que ninguém acreditava que acabariam as filas na Previdência, e quando há dedicação, trabalho e esforço, nós mudamos o atendimento e acabamos com as filas. O mesmo irá acontecer em outras áreas, e a que mais me preocupa e requer minha atenção é a área da saúde. Vamos avançar na melhoria dos serviços e, principalmente, Luciano, vamos controlar a qualidade desses serviços, e faremos o possível e o impossível para conseguir que essa qualidade esteja à altura do povo brasileiro.

Apresentador: Presidenta, nosso tempo chegou ao fim. Obrigado pela sua presença mais uma vez aqui no Café.

Presidenta: Obrigada, Luciano. Uma ótima semana para todos os ouvintes que nos acompanharam até aqui.

Apresentador: Este programa está disponível também na internet, o endereço é www.cafe.ebc.com.br. Voltamos na próxima segunda-feira, até lá!